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Os crimes da Igreja Católica

Sessenta anos de tortura e abuso sexual de crianças por freiras e padres em asilos na Irlanda

A Igreja Católica Romana operou uma série de mais de 200 asilos para órfãos, crianças delinquentes, e de filhos de mães solteiras na Irlanda entre 1930 e 1990. Estes asilos abrigavam cerca de 30.000 crianças que foram financiados pelo Estado, e eram executados por ordens católicas, como os Irmãos e Irmãs da Misericórdia cristã. Alguns exemplos de crianças “inadimplentes” foram:
Tom Sweeney, 11, que havia faltado à escola.
Mannix Flyunn, 8, que roubou uma caixa de chocolates.
Christine Buckley, 1 mês de idade, cuja única culpa foi ter nascido de uma mãe solteira. Agora, 62 anos de idade, ela foi uma das primeiras vítimas a quebrar o silêncio e exigir justiça.
Um documentário da série “States of Fear”, transmitido na TV irlandesa pelo jornalista e ativista Mary Raftery trouxe a tona as alegações de abuso sistêmico nas escolas chamadas reformatórios e outras instituições à público. A indignação resultante levou à criação de uma Comissão para investigar Abuso Infantil liderado por Sean Ryan.
A Comissão realizou uma investigação de nove anos e ouviu quase 2.000 testemunhas. Em 20 de de 2009, a Comissão tinha produzido um total de 2600 relatórios.
O relatório da comissão revelou que: “… todo o sistema estava podre por dentro e nunca teve nenhuma ou pouca consideração pelo bem-estar das crianças colocadas em seu cuidado.”
http://portrasmidiamundial.blogspot.com.br/2014/11/nazistas-do-vaticano-os-catolicos.html
De acordo com o jornal The New York Times:
“‘Um clima de medo, criado por punições persuasivas, excessivas e arbitrárias, permeou a maioria das instituições”, diz o relatório. Os meninos das escolas, ele diz, que sofriam abuso sexual foi “endêmico” …. “
“O relatório lista o abuso físico sofrido nos meninos das escolas:” Socos, flagelação, agressões e ataques corporais, batiam com a mão, chutavam, puxavam as orelhas, puxavam os cabelos, batiam nas solas dos pés, sofriam queimaduras, facadas, espancamentos com ou sem roupas, e eram obrigados a se ajoelhar e ficar em posições fixas por longos períodos, tinham que dormir do lado de fora durante a noite, sendo forçados a banhos e duchas frias ou excessivamente quente, regadas com água fria antes de serem espancados, eram espancados enquanto pendurados em ganchos na parede, atacados por cães, sofriam agressões físicas por mais de uma pessoa, e tinham objetos jogados contra eles ‘…. “
“As meninas que estavam doentes tinham suas bocas arrombadas para fazê-las comer; uma testemunhou disse que foi forçada a comer seu próprio vômito. Elas eram punidas se urinassem em suas camas ou se sangrassem em seus lençóis ou roupas íntimas durante a menstruação e elas eram.. rotineiramente abusadas.
Mary Raftery disse:
“Estou muito satisfeito com o relatório. Durante anos, fomos as vozes solitárias. Vivemos décadas nesta sociedade onde as pessoas se recusavam a acreditar que freiras e padres podiam se comportar [desta] forma …. eu não consigo ver como [as ordens religiosas] podem se recuperar a partir disto. Não apenas da forma como eles responderam ao conhecimento do abuso, [mas também] a partir de seu encobrimento sobre a continuidade destes abusos ao longo da última década, quando as pessoas estavam tentando obter respostas “.
Como em outros casos envolvendo abusos em instituições católicas, os abusos não foram reportados à polícia, e os autores foram transferidos para outras instituições onde eles seriam capazes de atacar inteiramente novos grupos de crianças.
De acordo com o Kansas City Star:
“Nessas escolas … as crianças foram espancadas, abusadas sexualmente e emocionalmente aterrorizadas por mais de meio século.”
“A ‘cultura do silêncio’ tinham algozes protegidos ao invés de proteger as crianças sob seus cuidados, consignando gerações de crianças mais pobres da Irlanda para a miséria …”
“Por tudo isso, segundo o relatório, os inspetores do governo não conseguiram parar o que estava acontecendo. Essa negligência veio apesar das tentativas de algumas pessoas em levar seus agressores a prestar contas, em um esforço para diminuir o trauma que as vítimas sofreram por anos e que ainda assombra muitos hoje em dia. “
“Punição crônica, excessiva e arbitrária criaram” um clima de medo “, em que os alunos de escolas administradas por ordens religiosas católicas viveram” com o terror diário de não saber de onde o próximo espancamento estaria vindo.”
Uma das ordens religiosas, que foi investigada pela Comissão recebeu uma ordem judicial que teve suprimida os nomes dos supostos autores. Isso faz com que as chances de processo criminal extremamente difícil. No entanto, “até à data, mais de 193,000 mil dólares foram pagos pelo governo irlandês em indenizações à vítimas de abusos em instituições residenciais.” Muitas outras vítimas estão esperados para iniciar os processos criminais na Justiça.
De acordo com a Revista Time:
“O relatório também critica a atitude respeitosa e submissa” do Estado para com as ordens religiosas. Diz que as inspecções às escolas industriais realizadas pelo Departamento Irlandês de Educação eram inadequadas e que, apesar de reivindicações por parte dos jovens de maus-tratos, o governo continuou a enviar as crianças para as escolas durante décadas. em alguns dos casos mais chocantes descritos no relatório, os rapazes que relataram abuso sexual por padres ou leigos membros da equipe foram agredidos fisicamente por falar, enquanto seus agressores continuaram a trabalhar na escola “.
As crianças receberam pouca educação. Em vez disso, passavam o tempo em oficinas, em fazendas ou em lavanderias realizando trabalho não remunerado (escravo).
Conclusão: A Igreja Católica é uma organização criminosa das mais terríveis e perigosas e tem praticado, ao longo da sua história, os mais hediondos crimes contra a humanidade, tendo como as suas principais vítimas, mulheres e crianças. Infelizmente o abuso infantil, o sofrimento causado por estes “santos” não chegam aos fiéis católicos, ou então, fecham os olhos para os crimes cometidos por esta igreja e dizem:
Isto nunca vai acontecer com meus filhos, Isto acontece com os filhos dos outros, eu não posso viver sem beijar as mãos destes “santos” ou sem repetir as suas orações falsas ou mentirosas, eu não posso viver sem a “Virgem Maria”, ou, o meu padre não faria isto.
O seu padre está mentindo. Mentir e enganar é parte da profissão de PASTOR ou PADRES. Olhe a sua volta e veja além de si mesmo, todos os crimes praticados em nome da religião em todo o mundo. Torturas, alienação, perseguição, destruição e morte.
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ALGUNS OUTROS CRIMES REVELADOS E COMETIDOS PELA IGREJA CATÓLICA

Escravidão nos seus centros de caridade
Magdalen-asylum
Cerca de 10 mil mulheres que permaneceram detidas em regime de semi-escravidão entre 1922 e 1996 nas lavanderias dos chamados “conventos de Maria Madalena, administrados pela Igreja Católica[…] Nas citadas “lavanderias”, as mulheres ali reclusas sofriam problemas de diferente índole sob um regime de trabalhos forçados e não remunerados e que as submetia a contínuas humilhações, segundo denunciaram as vítimas e suas famílias.
Entre os motivos que levavam à reclusão das mulheres, o relatório citou “expulsões de pais adotivos”, orfandade, “abusos familiares”, “deficiências físicas ou psíquicas”, pobreza e “atitudes imorais”.
De acordo com esse documento, o envolvimento do Estado irlandês “foi significativo”, pois mais de uma quarta parte das mulheres internadas nas dez instituições investigadas foi enviada ali a pedido dos diferentes Governos da época.
As mulheres eram trancadas e não podiam deixar a Lavanderia Madalena durante meses, às vezes anos e não tem permissão para sair. E se elas tentassem fugir, os policiais as pegavam e as traziam de volta. Elas literalmente realizavam trabalho escravo para a Igreja Católica que era paga pelo governo e até mesmo Guinness pelo trabalho escravo das mulheres.
Metade das meninas escravizadas nestas prisões da Igreja Católica tinham uma média de idade de 23 anos. A mais jovem tinha 9 anos de idade.
A cantora Sinead O’Connor foi talvez o mais famoso caso de exemplo de escrava da Lavanderia de Madalena e diz:
Quando eu era jovem, minha mãe me incentivou a furtar. Depois de ser pega uma vez, muitas vezes, passei 18 meses em um Centro de Formação Grianan, uma instituição em Dublin para meninas com problemas de comportamento, por recomendação de um trabalhador social. Grianan era uma das infames “Lavanderias Madalena” que abrigava adolescentes grávidas. Nós trabalhamos no porão, lavando roupas dos sacerdotes em pias com água fria e barras de sabão. Nós estudamos matemática e digitação. Tínhamos limitado contato com nossas famílias.
Nós nunca ganhamos nenhum salário. Uma das freiras, pelo menos, era boa para mim e me deu meu primeiro violão.
As lavanderias eram coordenadas por freiras, muitas das quais trataram das mulheres enviadas para trabalhar lá como escravas:
O inquérito do senador McAleese constatou que metade das meninas e mulheres colocadas para trabalhar nas lavanderias estavam sob a idade de 23 e 40%, mais de 4000, passou mais de um ano presas
Quinze por cento passaram mais de cinco anos nas lavanderias, enquanto o tempo médio foi calculado em sete meses.
O Estado irlandês também está implicado no escândalo, porque a polícia levava as mulheres aos asilos depois de prendê-las por crimes triviais.
A história das lavanderias Madalena mostra o que acontece quando uma instituição – neste caso, a igreja e o governo – são considerados além da crítica. Provavelmente não é uma coincidência que a última das lavanderias foi fechada em 1996, logo após a primeira onda de escândalos de padres pedófilos católicos atingiu a Irlanda.
Aqui estão alguns dos depoimentos das mulheres que serviram como escravas. Você pode encontrá-los no relatório oficial:
“Eu tinha apendicite e pedi para a freira se eu poderia ir para a cama e ela não me deixou ir.”
Algumas, mas não todas as mulheres relataram que seus cabelos tinham sido cortados na entrada para a lavanderia. Algumas descreveram isso como uma experiência desagradável e degradante.
“Deus me perdoe eu aprendi a odiar as pessoas depois “.
Uma mulher disse que na Lavanderia de Madalena em que ela foi, “Você poderia escrever uma vez por mês, mas a freira lia as cartas”.
Tortura:
Outra queixa muito comum das mulheres que compartilharam suas histórias com a Comissão – particularmente aquelas que tinham estado anteriormente em escolas industriais ou Reformatório – era de que havia uma completa falta de informações sobre por que estavam ali e quando eles iriam sair.
Devido a esta falta de informação e o fato de que elas haviam sido colocadas em uma instituição entre muitas mulheres mais velhas, um grande número das mulheres falaram do medo de que elas pudessem permanecer na Lavanderia Madalena para o resto de suas vidas. Mesmo que elas deixassem as Lavanderias depois de um curto espaço de tempo, algumas mulheres disseram ao Comitê que elas nunca seriam capazes de libertar-se plenamente desse medo e incerteza.
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 A Igreja Católica e o Nazismo

O jornalista e escritor argentino Jorge Camarasa, no livro Odessa ao Sul, afirma que os criminosos nazistas tiveram ajuda da Igreja Católica para fugir após a 2ª Guerra Mundial. Somente para Argentina foram 40 mil nazistas e 150 criminosos de guerra. Segundo Camarasa os nazistas “foram alojados em monastérios.
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Uso de mão de Obra escrava durante o Nazismo

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A Igreja Católica foi obrigada a indenizar alguns dos escravos usados por ela durante o Nazismo 

Berlim, 31 ago (RV) – A Igreja Católica na Alemanha indenizou, com uma quantia simbólica de ? 2.556,00 cada um, 594 trabalhadores forçados e estrangeiros que se viram obrigados a trabalhar nas 27 dioceses do país, durante o III Reich, sob a tirania de Adolf Hitler.
O Presidente da Conferência Episcopal Alemã, Cardeal Karl Lehmann, e o Presidente da Caritas-Alemanha, Dom Peter Neher, fizeram hoje, em Mainz, um balanço do fundo de indenizações para os trabalhadores forçados do Nazismo, criado pela Igreja Católica no país.
Enquanto a Igreja Evangélica Alemã preferiu contribuir com o fundo criado pelas companhias alemãs, para indenizar os trabalhadores forçados, a Conferência Episcopal Alemã criou, em agosto de 2000, um fundo próprio, depois que ficou demonstrado que a instituição usou escravos do Nazismo em algumas paróquias alemãs.
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A Igreja na Alemanha reconhece que explorou cerca de 6000 deportados durante o nazismo. 

Berlim, 26 (RV) – A Igreja Católica alemã empregou durante o nazismo cerca de seis mil “trabalhadores forçados”, sendo a maioria proveniente da Polônia e das repúblicas da ex-União Soviética.
É o que revela um documento de mais de 700 páginas que o ex-presidente da Conferência episcopal alemã, Cardeal Karl Lehmann, apresentará oficialmente em 4 de abril em Mogúncia.
Ontem, a Igreja alemã antecipou que, entre 1939 e 1945, foram utilizados como escravos 4.829 deportados de países do leste europeu e 1.075 prisioneiros de guerra.
A Conferência Episcopal precisou que o estudo, intitulado “Trabalho coercitivo e Igreja Católica de 1939 a 1945″, constitui “a pesquisa mais ampla das últimas décadas sobre todo o catolicismo alemão”.
A Igreja evangélica, que também utilizou trabalhadores forçados, decidiu indenizar os sobreviventes com uma contribuição à “Fundação Memória, Responsabilidade e Futuro”, o fundo criado nos anos passados pelo governo alemão.
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Massacres

Com as famigeradas cruzadas, os cavaleiros da fé saquearam, torturaram e mataram milhares de seres humanos. Eliminaram os homens do mau para impor a Santa Verdade. Em 1099, por exemplo, ao entrar em Jerusalém para expulsar os muçulmanos, os líderes da cruzada, massacraram 70 mil pessoas. O rei Luiz, da França, tido como um santo católico tinha uma prática mais sutil: levava os blasfemadores a pelourinhos e os matava com ferros em brasas, que transpassavam suas línguas. Segundo ele, esses não voltariam a blasfemar.
Em 1231, a Igreja fundou a sua máquina de extermínio: a Santa Inquisição. Por ela passaram quase 1 milhão de pessoas, essencialmente hereges, judeus, muçulmanos e “bruxos”. Precursor de Hitler, o religioso Diego Rodrigues Lucero queimou vivos 107 judeus convertidos ao cristianismo. Isso sem falar na cobrança de indulgências, loteamento do céu e aplicação de preços monetários para que os fiéis chegassem ao Paraíso. Tudo em nome de Deus.
Na Idade Média, a Igreja havia proibido que mulheres cantassem no coral das igrejas. Para não ficar sem as necessárias vozes sopranos, os representantes de Deus encontraram uma solução ungida: castrar jovens meninos cuja voz tenha sido considerada bela. Assim, nos corais da Santa Igreja não faltariam nunca os sopranos e contraltos.
Mas não é só sob o manto do passado que se esconde a ficha criminal da Santa Sé. Adaptada ao presente, o único senão é a proibição de mandar gente para a fogueira.Duas modalidades veneradas por padres atualmente são a pedofilia e o abuso sexual de mulheres. Só nos Estados Unidos, recentemente foi constatado que 1,2 mil sacerdotes teriam abusado de mais de 4 mil crianças. O lamaçal que envolveu 161 dioceses, desmoronou algumas delas, que tiveram que ser fechadas para pagar indenizações às vítimas. O abuso à mulheres também é comum nas paróquias mundiais. A socióloga da religião, Regina Soares Juskewicz lançou um pouco de luz nas trevas paroquiais. Num aprofundado estudo, ela analisou 21 casos de abusos dessa natureza e constatou que a prioridade da Igreja nesse tipo de crime é acobertá-lo a qualquer custo. Há até um decálogo que ensina os líderes a agir em face de abusos sexuais envolvendo padres. Nele inclui subornar a vítima em troca do silêncio, desqualificação pública da vítima e exaltação das qualidades do agressor, como bom prestador de serviços à comunidade. No último mandamento, a Igreja se posiciona do lado do agressor e faz todos os esforços para que o crime seja jogado no mar do esquecimento. http://www.recantodasletras.com.br/artigos/1321257
http://anaburke.com/

Freiras abusadas por padres tem seus bebês assassinados em conventos 

“De acordo com uma pesquisa de 1996 sobre freiras nos Estados Unidos Igreja, é relatado que um mínimo de 34 mil freiras católicas (cerca de 40 % de todas as freiras americanas) afirmam ter sido abusados sexualmente. Três em cada quatro dessas freiras afirmaram que foram sexualmente vitimadas por um padre, freira, ou qualquer outra pessoa religiosa. Duas em cada cinco freiras declararam que foram abusadas sexualmente[…] Todas as freiras que afirmavam exploração sexual repetida informaram que elas foram pressionados pelos superiores religiosos a prestar favores sexuais “-”
http://portrasmidiamundial.blogspot.com.br/2013/11/escandalo-na-igreja-catolica-romana-40.html

Real caridade praticada por Madre Teresa de Calcutá: Deixar pobres morrerem no sofrimento


http://portrasmidiamundial.blogspot.com.br/2013/12/uma-farsa-chamada-madre-teresa.html


Bento XVI é também acusado de sacrificar crianças em ritual de sacrifício na Holanda
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Toos Nijenhuis da Holanda confirma ritual de sacrifício de crianças pelo papa Bento XVI na Assessoria da Mídia Global do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado (ITCCS) em sua Direcção Central, em Bruxelas.
“Eu vi Joseph Ratzinger assassinar uma menina”: confirma testemunha de um ritual de sacrifício ocorrido em 1987, Toos Nijenhuis da Holanda
Nova prova de culpa do Vaticano leva políticos italianos a enfrentar o Papa Francisco no próximo processo judicial da Lei Comum anunciada – O Papado revida fazendo ataques contra o ITCCS.
A Breaking News Resume:
O processo criminal de outro Papa se aproximou da realidade este mês quando políticos italianos concordaram em trabalhar com as ITCCS em uma ação judicial de direito comum contra o papado […]
O acordo veio depois que uma nova testemunha confirmou o envolvimento de Ratzinger em um ritual de sacrifício de crianças na Holanda, em agosto de 1987.
“Eu vi Joseph Ratzinger assassinar uma menina em um castelo francês, no outono de 1987″, afirmou a testemunha, que foi uma participante regular na tortura e ritual de culto e assassinato de crianças.
“Era feio e horrível, e isso não aconteceu apenas uma vez. Ratzinger muitas vezes participou. Ele e o cardeal católico holandês Alfrink e o fundador Bilderberger, assim como o Príncipe Bernhard, foram alguns dos homens mais proeminentes que participaram.”
http://portrasmidiamundial.blogspot.com.br/2013/11/bento-xvi-acusado-de-participar-de.html
http://portrasmidiamundial.blogspot.com.br/2013/11/eu-vi-joseph-ratzinger-assassinar-uma.html
http://portrasmidiamundial.blogspot.com.br/2014/03/papa-francisco-envolvido-em-trafico-de.html
http://itccs.org/2013/10/28/i-saw-joseph-ratzinger-murder-a-little-girl-eyewitness-to-a-1987-ritual-sacrifice-confirms-account-of-toos-nijenhuis-of-holland/11/17/crimes-da-igreja-catolica/


Papa Francisco e a participação em sequestros na guerra suja na Argentina
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Em 2005, a advogada de direitos humanos Myriam Bregman entrou com um processo judicial contra o Cardeal Jorge Bergoglio (atual Papa Francisco I), acusando-o de conspirar com a junta militar quando do sequestro de dois padres jesuítas em 1976.
Alguns anos mais tarde, os sobreviventes da “Guerra Suja” acusaram abertamente o Cardeal Jorge Bergoglio de cumplicidade nos sequestros dos padres Francisco Jalics e Orlando Yorio, assim como nos sequestros de seis membros das suas paróquias, (El Mundo, 8 de Novembro de 2010)
Enquanto os dois padres – Francisco Jalics e Orlando Yorio – sequestrados pelos esquadrões da morte em Maio de 1976 foram soltos cinco meses mais tarde depois de terem sido torturados; outras seis pessoas relacionadas à paróquia, pessoas essas que também tinham sido sequestradas na mesma operação, foram dadas como “desaparecidas”. Esses sequestrados desaparecidos eram quatro professores e dois dos maridos de duas das professoras do grupo dos seis.
Quando da sua libertação, o padre Orlando Yorio acusou Bergoglio (Papa Francisco) de efetivamente os ter entregue [incluindo as seis outras pessoas] aos esquadrões da morte… Jalics recusou-se a discutir sobre a acusação depois de ter entrado em reclusão num mosteiro alemão.” (Associated Press, 13 de Março de 2013, ênfases acrescentadas).María Marta Vásquez, o seu marido César Lugones e Mónica Candelaria Mignone alegadamente “entregues aos esquadrões da morte” pelo provincial” jesuita Jorge Mario Bergoglio, estão entre os milhares de “desaparecidos da “Guerra Suja” da Argentina, a qual foi encobertamente apoiada por Washington, sob a “Operação Condor”. (Veja memorialmagro.com.ar) – Leia mais em http://anpekla.com/2013/10/07/o-papa-francisco-e-a-guerra-suja-na-argentina/

Tortura e execução dos Índios das Américas, com o desaparecimento por completo de muitas das civilizações

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Massacre dos Valdenses


This image is among a group of prints illustrating the massacre of the Waldenses which took place in 1655. The young woman being tortured is said to be Anna, daughter of Giovanni Charboniere of La Torre.Wylie, James A., History of the Waldenses (c1860)
Em 1487 o Papa Inocêncio VIII emitiu uma bula para o extermínio dos valdenses.
As forças católicas não mataram os habitantes simplesmente. Eles fizeram saques, estupraram, torturaram e assassinaram. De acordo com um relatório elaborado por Peter Liège:
As crianças pequenas foram arrancadas dos braços de suas mães, unidas por seus pés minúsculos, e tiveram as suas cabeças chocadas contra as rochas, ou usadas como cabo de guerra, entre dois soldados, tiveram os seus membros trêmulos arrancadas pela força principal. Seus corpos mutilados foram jogados nas estradas ou campos, para serem devorados por feras. Os doentes e os idosos foram queimados vivos em suas casas. Alguns tinham as mãos os braços e pernas decepados e o fogo era aplicado às peças cortadas para estancar o sangramento e prolongar o seu sofrimento. Alguns foram esfolados vivos, alguns foram assados vivos, alguns estripados, ou amarrados a árvore em seus próprios pomares, e seus corações arrancados. Alguns foram horrivelmente mutilados, e de outros, os cérebros eram cozidos e comidos por esses canibais. Outros eram enterrados vivos. Os pais foram levados à morte com as cabeças de seus filhos suspensas em volta de seus pescoços. Os pais foram obrigados a olhar enquanto seus filhos ou filhas eram estuprados e massacrados, antes de ter-se permissão para morrer.


São Domingos: De Assassino a Santo



Pedro Berruguete (1450–1504) – Museo Nacional del Prado – Madrid

Por Ana Burke

Neste “Auto de Fé”, presidido por São Domingos, podemos ver duas pessoas, sem roupas, presas nas estacas e prontas para serem queimadas vivas. No pescoco um instrumento de tortura muito usado pela inquisicão, o garrote que servia para prolongar o sofrimento da vítima.

Nunca houve nada tão injusto como a guerra contra os albigenses (OU CÁTAROS).
500.000 homens Languedoc mulheres e crianças foram massacrados – católicos, que os defendiam, bem como cátaros […]
DOMINGOS DE GUSMÃO (MAIS TARDE SÃO DOMINGOS) fundou a Ordem Dominicana, e logo depois a Inquisição , tripulada por seus dominicanos, que foi criada explicitamente para acabar com os últimos vestígios de resistência dos inocentes Cátaros. O aprendizado e a leitura da Bíblia se tornou um crime capital. Dízimos foram aplicadas.
res auto 4

O PAPEL DE SÃO DOMINGOS NA GUERRA CONTRA OS CÁTAROS, SEGUNDO VOLTAIRE:

Segundo Voltaire, em: “Voltaire on the Wars against the Cathars of the Languedoc”, nos conta mais um pouco sobre toda a tragédia pelas quais passaram os inocentes Cátaros e seus defensores:
Simon de Montfort […] dominou grande parte do país, garantindo os castelos dos Senhores suspeitos, sitiando aqueles que não se colocaram sob seu controle, e atacando os hereges que se atreviam a se defender […] acendeu uma fogueira para essas pessoas infelizes, cento e quarenta e um deles se jogaram nas chamas cantando os salmos. […] nunca houve nada tão injusto como a guerra contra os albigenses. As pessoas não foram atacadas por rebelar-se contra o seu príncipe, mas o príncipe é que foi atacado e forçado a destruir seu próprio povo […]
O entusiasmo para ganhar indulgências e riqueza multiplicou os cruzados. Os Bispos de Paris, de Liseux, de Bayeux, cercaram Lavaur.
Oitenta cavaleiros foram presos, juntamente com o Senhor desta cidade, todos eles foram condenados à forca, mas a forca quebrou sob o peso e os cativos foram abandonados aos cruzados que os massacrou […]
A irmã do Senhor dos Lavaur foi jogada em um poço, e em torno do poço, trezentos habitantes que não renunciaram a sua fé foram queimados [..]
SÃO DOMINGOS ESTAVA À FRENTE DAS TROPAS, UM CRUCIFIXO DE FERRO NA MÃO, INCENTIVANDO OS CRUZADOS NA CARNIFICINA. ESTA NÃO ERA A POSIÇÃO DE UM SANTO […]
Por dois anos, todo o prisioneiro foi mandado para a morte, mesmo após rendicão dos habitantes, tudo era reduzido a cinzas […] Finalmente, o Regent, Blanche, e o joven Raymond, cansados de massacres e exaustos por suas perdas, assinaram um tratado de paz em Paris […]
O Conde de Toulouse teve que pagar dez mil marcos às igrejas do Languedoc […] dois mil para os monges imensamente ricos de Cister, quinhentos para os monges ainda mais ricos de Claraval, e mil e quinhentos para outras abadias, além de ser obrigado a sair por cinco anos para fazer a guerra contra os sarracenos e turcos, que seguramente nunca tinham travado guerra contra Raymond, ele abandonou ao rei todas as suas propriedades próximas ao Rhone, sem qualquer compensação, porque todas as suas propriedades lá pertencia ao Sacro Império Romano […]
O jovem Raymond, para obter o perdão de seus pecados, cedeu ao papa em perpetuidade o condado de Venaissin além do condato de Rhone […] logo após essa extorsão, o imperador Frederico II transferiu o pequeno território de Avignon, que o papa tinha roubado, ao conde de Toulouse. Ele fez justiça, como soberano, e acima de tudo como um soberano indignado. Mas, seu filho, Philippe le Hardi, restaurou para os papas o condado de Venaissin […]
Estas cruzadas contra o Languedoc duraram 20 anos. […] O desejo de se apropriar da propriedade dos outros acendeu neles uma luz […] e foi fundada a Inquisição (1204). Esta nova praga, desconhecida até então entre todas as religiões do mundo, recebeu a sua primeiro sob o reinado do Papa Inocêncio III, foi criada na França a partir do ano 1229 em Saint Louis. Um conselho em Toulouse neste ano começou, proibindo os leigos cristãos de ler a bíblia. Foi um insulto para a espécie humana: “Queremos que vocês acreditem, e não queremos que vocês leiam o livro em que se baseia esta crença”.
(1237), mas foi muito pior quando o rei teve a fraqueza de permitir em seu reino um Grande Inquisidor nomeado pelo papa de nome Robert […] Ele foi inquisidor em Paris, em Champaign, na Borgonha e em Flandres, levando o rei a acreditar que havia uma nova seita infectando suas províncias […] Usando esse pretexto, o monstro fez com que fossem queimados todos os suspeitos que não tinham dinheiro para resgatar a si próprios […] as suas iniqüidades e comportamento infame tornaram públicas, mas o que vai chocá-lo é que ele era um condenado à prisão perpétua, e o que vai chocá-lo mais é que o jesuíta Daniel não o mencioná-lo na seu relato da História da France […]
Foi assim que a Inquisição começou na Europa […] o último grau de uma barbaridade absurda e brutal apoiada por informantes e executores da religião de um Deus que foi morto nas mãos dos algozes. Isso também foi uma maneira de tomar para si o tesouro dos povos e reis em nome desse mesmo Deus que nasceu na pobreza e que vivia na pobreza.
Res auto da fe
Infelizmente o povo católico se ajoelha diante de vários santos falsos e historicamente sujos. É uma pena tanta desinformaçao.
Fontes:
http://anaburke.com/2013/08/16/a-inquisicao-e-a-cruzada-contra-os-cataros/
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Tradução: Ana Burke
As Índias (América) foi descoberta no ano de 1492. No ano seguinte, um grande número de espanhóis foram pra lá com a intenção de colonizar a terra. Assim, 49 anos se passaram desde que os primeiros colonos penetraram na terra. Um deles afirmou a respeito da nova terra descoberta:  Em torno, e em todas as direções haviam muitas ilhas, algumas grandes, outras pequenas, e todas elas eram, como vimos com nossos próprios olhos, densamente povoadas com povos nativos chamados de índios. Esta grande ilha na qual aportamos é, talvez, o lugar mais densamente povoado do mundo. Deve haver perto de duzentas léguas de terra na ilha, e o litoral foi explorado por mais de dez mil léguas, e cada dia mais está sendo explorado. E toda a terra até agora descoberta é uma colméia de pessoas. É como se Deus tivesse lotado estas terras com a grande maioria da humanidade.
E de todo o universo infinito da humanidade, essas pessoas são as mais sinceras, as mais desprovidas de maldade e duplicidade, as mais obedientes e fiéis a seus senhores nativos e aos cristãos espanhóis a quem elas servem. Elas são, por natureza, as mais humildes, pacientes e pacíficas, sem ressentimentos, livres de confusões, nem excitáveis e nem briguentas. Essas pessoas são totalmente desprovidas de rancores, ódios, ou desejos de vingança entre todos os povos do mundo. E porque elas são tão fracas e complacentes, são menos capazes de suportar o trabalho pesado e logo, morrerem, não importando o mal. Os filhos de nobres, entre nós, trazidos para os prazeres ou refinamentos da vida, não são mais delicados do que são esses índios, mesmo entre aqueles que pertencem ao mais baixo nível de trabalhadores. Eles também são pessoas pobres, não só porque eles possuem pouco, mas porque eles não tem nenhum desejo de possuir bens materiais. Por esta razão, eles não são arrogantes, amargurados, ou gananciosos. Suas refeições são tais que o alimento dos Santos Padres no deserto dificilmente poderia ser mais parcimonioso, escasso, e pobres. Quanto ao seu vestuário, eles vivem geralmente nus, usando apenas uma espécie de tapa-sexo.. E quando eles cobrem seus ombros é com um pano quadrado não mais do que duas varas de tamanho. Eles não têm camas, mas dormem em uma espécie de esteira, ou então em uma espécie de rede suspensa. Elas são muito limpos em suas pessoas, mentes inteligentes, dóceis e abertos à doutrina, muito aptos a receber a nossa santa fé católica, sendo capazes de ser dotados de costumes virtuosos, e de se comportar de forma piedosa. E uma vez que eles começam a ouvir as notícias da Fé, eles são tão insistentes em saber mais, em tomar os sacramentos da Igreja e observação do culto divino, que, na verdade, os missionários que estão aqui precisam ser dotados por Deus com grande paciência, a fim de lidar com tal ânsia. Alguns dos espanhóis seculares que estiveram aqui por muitos anos dizem que a bondade dos índios é inegável e que se este povo talentoso podesse ser levado a conhecer o único e verdadeiro Deus, eles seriam as pessoas mais felizes do mundo.
No entanto, para este redil, para esta terra de paragens mansas, vieram alguns espanhóis que imediatamente se comportaram como vorazes bestas selvagens, lobos, tigres ou leões que haviam ficado sedentos por muitos dias. Nos últimos quarenta anos, até o presente momento, eles ainda estão agindo como bestas vorazes, matando, aterrorizando, afligindo, torturanda e destruindo os povos nativos, fazendo tudo isso com os mais estranhos e variados novos métodos de crueldade, nunca visto ou ouvido falar antes, e a um tal grau que a ilha de Hispaniola antes populosa (possuindo uma população estimada em mais de três milhões), tem agora uma população de apenas duzentas pessoas.
A ilha de Cuba, quase tão longa como a distância entre Valladolid e Roma, está agora quase completamente despovoada. San Juan [Porto Rico] e Jamaica são duas das maiores ilhas, mais produtivas e atraentes e ambas estão agora desertas e devastadas. No lado norte de Cuba e Hispaniola, vizinhas com mais de sessenta ilhas, incluindo as chamados Gigantes, ao lado de inúmeras outras ilhas, existem algumas pequenas e algumas grandes. A menos feliz delas é mais fértil e bela do que os jardins do rei de Sevilha. Elas têm as terras mais saudáveis ​​do mundo, onde vivem mais de quinhentas mil almas, pois elas agora estão desertas e habitadas por nenhum ser vivo.Todas as pessoas foram mortas ou morreram depois de ser levadas para o cativeiro na ilha de Hispaniola para serem vendidas como escravas. Quando os espanhóis viram que alguns deles tinham escapado, enviaram um navio para encontrá-los, e viajaram por três anos, entre as ilhas em busca daqueles quem tinham escapado de serem abatidos, ou ajudados por um bom cristão que os tinham ajudado a fugir, tendo pena deles e ganhando-os para Cristo, dos quais haviam onze pessoas, estas que eu vi.
Mais de trinta outras ilhas nas proximidades de San Juan estão em sua maior parte e, pela mesma razão despovoadas, e o país devastado. Nestas ilhas eu estimo há 2.100 léguas de terra que foram arruinadas e despovoadas, vazias de pessoas.
Quanto ao vasto continente, que é dez vezes maior do que toda a Espanha, incluindo até mesmo Aragão e Portugal, que contém mais terra do que a distância entre Sevilha e Jerusalém, ou mais de duas mil léguas, temos a certeza de que nossos espanhóis, com sua crueldade e atos abomináveis, devastaram a terra e exterminaram totalmente as pessoas racionais que as habitavam. Podemos estimar que, nos quarenta anos que se passaram, com as ações infernais dos cristãos, foram mortos injustamente mais de doze milhões de homens, mulheres e crianças. Na verdade, eu acredito que, sem tentar enganar a mim mesmo, que o número de mortos é mais de quinze milhões.
As formas mais comuns utilizadas, principalmente pelos espanhóis que se dizem cristãos e que têm ido lá para extirpar essas nações miseráveis ​​e limpar a terra é, injustamente, travando guerras cruéis e sangrentas. Então, quando eles mataram todos os que lutaram por suas vidas ou para escapar da tortura que teriam de suportar, ou seja, quando eles mataram todos os governantes nativos e homens jovens (desde que os espanhóis costumam poupar apenas as mulheres e crianças, que são submetidas à servidão mais dura e amarga já sofrida por homem ou animal), escravizam os sobreviventes. Com estes métodos infernais de tirania eles aviltaram e enfraqueceram um número incontável de nações indígenas.
O motivo para matar e destruir um número tão infinito de almas é que os cristãos têm como objetivo final,  a aquisição de ouro, e inchar-se com riquezas em um tempo muito breve e, assim, subir para um elevado estado desproporcional a seus méritos. Deve-se ter em mente que a sua insaciável ganância e ambição, a maior já vista no mundo, é a causa de suas vilanias. E também, nessa terra tão rica e feliz, os povos nativos são tão mansos e pacientes, tão fáceis de manejar, que nossos espanhóis não têm mais consideração por eles do que com os animais. E eu digo isso do meu próprio conhecimento dos atos que eu testemunhei.  E, assim, eles privaram os índios de suas vidas e almas, e os milhões que eu mencionei morreram sem a fé e sem o benefício dos sacramentos. Este é um fato bem conhecido e comprovado que mesmo os governadores tiranos, os próprios assassinos, conhecem e reconhecem. E nunca os índios cometeram qualquer ato contra os cristãos espanhóis. Pois no começo os índios consideravam os espanhóis como os anjos do céu. Só depois de os espanhóis usarem violência contra eles, matando, roubando, torturando, é que os índios se levantam contra eles ….
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Ilustração de Theodore de Bry para a obra de Frei Bartolomeu de Las Casas (século XVI). Esse monge dominicano denunciou à monarquia espanhola as barbaridades cometidas pelos espanhóis contra os índios. Pouco ou nada adiantou.
Na Ilha Hispaniola foi onde os espanhóis desembarcaram pela primeira vez, como eu já disse. Aqui os cristãos perpetraram seus primeiros estragos e opressão contra os povos nativos. Esta foi a primeira terra no Novo Mundo a ser destruída e despovoada pelos cristãos, e aqui eles começaram a sujeição das mulheres e das crianças, levando-os para longe dos índios para usá-los e usá-los mal, comendo a comida que eles haviam adquirido com seu suor e trabalho. Os espanhóis não se contentaram com o que os índios podiam lhes dar de acordo com sua capacidade, que sempre foi muito pouco para satisfazer apetites enormes, pois um cristão come e consome em um dia uma quantidade de alimentos que seria suficiente para alimentar três casas habitadas por dez índios durante um mês. E eles cometeram outros atos de força e de violência e de opressão que fez os índios perceberem que estes homens não tinham vindo do céu. E alguns dos índios esconderam seus alimentos, enquanto outros esconderam suas esposas e filhos, e ainda outros, fugiram para as montanhas, para evitar as perseguições terríveis dos cristãos.
E os cristãos os atacaram com bofetadas e espancamentos, até que finalmente puseram as mãos sobre os nobres das aldeias. Em seguida, eles se comportaram com tal ousadia e descaramento que o governante mais poderoso das ilhas teve que ver sua própria mulher estuprada por um oficial cristão.
A partir de então os índios começaram a procurar maneiras de jogar os cristãos para fora de suas terras. Eles pegaram em armas, mas suas armas eram muito fracas e de pouca serventia na ofensa e muito menos na defesa. (Devido a isso, as guerras dos índios contra os espanhois não são mais do que jogos disputados por crianças.) E os cristãos, com seus cavalos e espadas e lanças começaram a realizar massacres e crueldades estranhas contra eles. Eles atacaram as cidades e não pouparam nem as crianças, nem os velhos, nem as mulheres, nem as mulheres grávidas ou no parto, não só esfaqueando eles e desmembrando-os, mas cortando-os em pedaços como se fossem ovelhas no matadouro. Eles fizeram apostas sobre quem, com um golpe de espada, poderia dividir um homem em dois ou poderia cortar-lhe a cabeça ou derramar suas entranhas com um único golpe. Eles tomaram as crianças de peito de suas mães, arrebatando-as pelas pernas e lançando-as de cabeça contra os rochedos ou pegando-as pelos braços e jogando-as nos rios, morrendo de rir e dizendo como os bebês cairam na água “, Fervam lá, prole do diabo! ” Outras crianças foram cortadas à espada, juntamente com suas mães e qualquer outra pessoa que passava nas proximidades. Eles fizeram algumas armações baixas de madeira, uma espécie de forca ampla em que os pés da vítima pendurada quase tocava o chão, amarravam as suas vítimas em lotes de treze anos, em memória de nosso Redentor e seus doze apóstolos, e em seguida, colocavam lenha em seus pés e, assim, os queimavam vivos. Para outros, punham palha ou os enrolavam em palha e então colocavam fogo. Com outros ainda, todos aqueles que queriam capturar vivos, eles cortaram suas mãos e pendurou-os em volta do pescoço da vítima, dizendo: “Vá agora, levar a mensagem”, ou seja, levar a notícia aos índios que fugiram para as montanhas. Os chefes e nobres tinham este tipo de morte: fizeram uma grade com barras colocadas em forquilhas, em seguida, punham as vítimas na grade e acendiam um fogo baixo, de modo que, pouco a pouco, os presos estavam gritando em desespero e tormento, para só depois morrer. Após as guerras e as mortes terem terminado, quando geralmente sobreviveram apenas alguns rapazes, algumas mulheres e algumas crianças, os sobreviventes foram distribuídos entre os cristãos para serem seus escravos. O repartimento ou distribuição foi feita de acordo com a posição e importância do cristão a quem os índios foram destinados, a um deles foram dados trinta, quarenta a outro, ainda outro, uma ou duas centenas, e além disso o posto que o cristão ocupava também era considerado. O pretexto era que esses índios foram alocados para serem instruídos na fé cristã. Como se os cristãos que eram, regra geral, cruéis, gananciosos e crueis podessem ser cuidadores de almas! E o cuidado que tiveram foi o de enviar os homens para as minas para procurar ouro, que é um trabalho intolerável, e enviar às mulheres aos campos das grandes fazendas para trabalhar na enxada, trabalho mais adequado para homens fortes.  O leite nos seios das mulheres com crianças secou e, assim, em pouco tempo as crianças morreram. E uma vez que homens e mulheres foram separados, não poderiam ter relações conjugais. E os homens morriam nas minas e as mulheres nas fazendas das mesmas causas, cansaço e fome. E assim foi despovoada aquela ilha que havia sido densamente povoada.
Fonte: Bartolemé de Las Casas, breve relato sobre a devastação das Índias . (1542)

Massacre dos Valdenses


This image is among a group of prints illustrating the massacre of the Waldenses which took place in 1655. The young woman being tortured is said to be Anna, daughter of Giovanni Charboniere of La Torre.Wylie, James A., History of the Waldenses (c1860)
Em 1487 o Papa Inocêncio VIII emitiu uma bula para o extermínio dos valdenses.
As forças católicas não mataram os habitantes simplesmente. Eles fizeram saques, estupraram, torturaram e assassinaram. De acordo com um relatório elaborado por Peter Liège:
As crianças pequenas foram arrancadas dos braços de suas mães, unidas por seus pés minúsculos, e tiveram as suas cabeças chocadas contra as rochas, ou usadas como cabo de guerra, entre dois soldados, tiveram os seus membros trêmulos arrancadas pela força principal. Seus corpos mutilados foram jogados nas estradas ou campos, para serem devorados por feras. Os doentes e os idosos foram queimados vivos em suas casas. Alguns tinham as mãos os braços e pernas decepados e o fogo era aplicado às peças cortadas para estancar o sangramento e prolongar o seu sofrimento. Alguns foram esfolados vivos, alguns foram assados vivos, alguns estripados, ou amarrados a árvore em seus próprios pomares, e seus corações arrancados. Alguns foram horrivelmente mutilados, e de outros, os cérebros eram cozidos e comidos por esses canibais. Outros eram enterrados vivos. Os pais foram levados à morte com as cabeças de seus filhos suspensas em volta de seus pescoços. Os pais foram obrigados a olhar enquanto seus filhos ou filhas eram estuprados e massacrados, antes de ter-se permissão para morrer.
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A INQUISIÇÃO E A CRUZADA CONTRA OS CÁTAROS
A INQUISIÇÃO E A CRUZADA CONTRA OS CÁTAROS
O “glorioso século 12″, […] foi iniciado com a terrível Inquisição e a cruzada de 35 anos contra os cátaros (às vezes chamados de Albigenses ).
“A expressão “Inquisição” geralmente significava uma instituição especial eclesiástica para combater ou reprimir a heresia” (Enciclopédia Católica , viii, 26 p.) – “heresia” simplesmente significa “ter uma opinião diferente.”
A Inquisição tornou-se algo permanente dentro do cristianismo e, para justificar os princípios do tribunal, os papas introduziram este instrumento poderoso na forma de uma série adicional de documentos fictícios chamados de ” Decretos forjadas de Graciano “. As falsificações são reunidas algumas das maiores imposições conhecidas para a humanidade, a mais bem sucedida no seu domínio sobre as nações ignorantes.
Neste período da história cristã, centenas de milhares de pessoas foram massacradas pela Igreja e a mais bela metade da França foi destruída. Em 1182, o papa Lúcio III (1181-1185;. d 1185) ganhou o controle do aparato oficial da Igreja, e em 1184 ele declarou que os cátaros hereges autorizando uma cruzada contra eles. A cruzada é uma guerra instigada pela Igreja por supostos fins religiosos, e foi autorizada por uma bula papal.
Oitenta e seis anos antes, em 1096, o Papa Urbano II (1042-1099; papa 1088-1099) sancionou a primeira das oito Cruzadas da Igreja que se estendeu no tempo, para um total de 19, e eles continuaram com estas cruzadas ininterruptamente durante 475 anos (1096-1571 ). Heresia, dizia a Igreja, era um golpe no rosto de Deus e era o dever de cada cristão matar os héreges. Antes disso, o Papa Gregório VII (1020-1085; papa 1073-1085) declarou oficialmente que “a matança de hereges não é assassinato” e decretou um direito legal da Igreja e seus militantes matar os não-crentes no dogma cristão.
Até o século 19, os papas obrigaram monarcas cristãos a fazer da heresia um crime punível com a morte em seus códigos civis, mas não foi uma heresia que instigou a cruzada contra os cátaros :
O objetivo era “conseguir (roubar) terras adicionais para o papado aumentando as suas receitas, e os papas se envolviam em brutalidades, ameaças e todo tipo de estratagemas para atingir seus objetivos” (A história de controvérsia religiosa, o Dr. Joseph McCabe, 1929, p. 40).
Os cátaros eram pessoas pacíficas e piedosas, sendo escolhidos pela hierarquia cristã para serem destruídos totalmente. Achamos difícil hoje perceber o tumulto levantado pelo cristianismo e o ardor de campanhas amargas dos papas “contra os cátaros , e mais tarde contra os descendentes de Frederico II e, em seguida, contra os Cavaleiros Templários .
Papa Celestino III (1106-1198; papa 1191-1198) apoiou a decisão anterior do papa Lúcio III de aniquilar todos os Cátaros da face da Terra. Para fazer isso, agora no início do século 13, o Papa Inocêncio III ( Lotario di Segni , 1161-1216; papa 1198-1216), “um dos maiores papas da Idade Média” (Enciclopédia Católica, viii, 13 p.) , ordenou a Domingos de Gusmão (1170-1223) – que mais tarde foi feito santo pela igreja – a desenvolver uma tropa de seguidores impiedosos chamado de “o exército católico” (Enciclopédia Católica, v, p. 107), com uma força inicial de 200 mil soldados a pé e mais 20 mil cavaleiros montados a cavalo.
A população em geral os rotulava como “Cortadores de garganta”, mas São Domingos os considerava ” Exército de Jesus Cristo “(ibid.), e mais tarde ele aumentou o exército adicionando mais de 100 mil soldados. O escritor católico Bispo Delany (1227 dc) disse que a força de combate que a Igreja construiu era em 500 mil soldados contra um povo comum, populares desarmados e viram que, na prática, o sistema papal de religião era frívolo e falso.
A cruzada contra os cátaros começou em 22 de julho de 1209, e foi uma demonstração cruel da Igreja Católica. Arnaud Amaury (falecido em 1225), o Abade de Cister, comandou as tropas que carregavam uma bandeira com uma cruz verde e uma espada, e os membros da nobreza francesa, incluindo o duque de Borgonha e o conde de Nevers, o acompanhou […] Com as instruções de Abade Amaury, a Igreja iniciou um dos massacres mais cruéis dos seres humanos na história mundial.
O que se seguiu foi horrível. A cruzada começou em Béziers, e alguns cronistas dizer que todos os habitantes da cidade foram massacrados dentro de uma semana. Alguns estimam o número de mortos em 40 mil homens, mulheres e crianças. Diz-se que durante os primeiros dias, 6.000 ou 7.000 pessoas foram sistematicamente levados para a Igreja de Santa Madalena e abatidos individualmente.
É notável que, até tempos recentes, tem havido poucos comentários sobre a extensão dos horrores da Igreja contra os cátaros . Com o crescente interesse em Catarismo nas últimas décadas, tem havido tentativas por parte dos católicos para minimizar a seriedade e a extensão dessa indignação e convenientemente rebaixar a magnitude da carnificina a irrelevância. Tais esforços para suprimir a verdade da história cristã, embora não totalmente bem sucedida, parece ter fortalecido a fé daqueles que querem a verdade.
A maneira pela qual os escritores católicos tentam esconder mascarando essa indignação papal terrível é vergonhoso. O fato de que os papas realizaram esses assassinatos em nome de Cristo o que é especialmente lamentável para os cristãos. Se aceitarmos a desculpa da Igreja de que os cruzados eram homens com profundo sentimento religioso que começaram a reprimir um grupo de pessoas que não acreditavam no cristianismo professado formalmente, então estamos aceitando uma inverdade. O que é incontestável é que, quando o exército católico foi mobilizado, foi a mais terrível máquina de matar que a Europa já tinha visto .
A conseqüência do saque de Béziers foi impressionante e foi algo análogo aos efeitos do bombardeio atômico de Hiroshima na Segunda Guerra Mundial. Foi um horror de uma magnitude superior a qualquer coisa na memória do povo do Midi.
Depois de Béziers, as tropas marcharam triunfantes para Carcassonne. Poderia justificadamente ter sido considerada como um prêmio que só poderia cair depois de meses ou anos de cerco, mas sucumbiu em menos de um mês após o saque de Béziers ( A Grande Heresia , o Dr. Arthur Guirdham, Neville Spearman, Jersey, 1977). Europeus estremeceram quando ouviram que mais de 5.000 pessoas foram abatidos em Marmande em 26 de setembro de 1209, e Guillaume de Tudole registra uma descrição terrível de homens, mulheres e crianças sendo cortados em pedaços pelos Soldados de Jesus Cristo .
Que a suposta pregação de Cristo veio a ser a base de tal agressividade exuberante contra seres humanos é um assunto para reflexão. Os registros e literatura de os cátaros foram tão impiedosamente destruídos pela Igreja como foram os expoentes vivos da fé, e essa evidência é fornecido na Enciclopédia Católica (iii, pp 435-37) sob uma rubrica intitulada “esterilizado cátaros “.
Incapaz de alcançar constantes, esmagamento vitórias na batalha por causa de fortificações dos cátaros, os papas embarcaram em uma política oficial de destruição sistemática de suas fazendas, prédios, vinhas, campos de trigo e pomares. A devastação causada pelo exército católico foi imensa e a perda para a civilização é difícil de compreender. Historiadores estimam que mais de 500 cidades e vilas desapareceram do mapa, como resultado de predações. Depois de três décadas e meia de brutalidade e crueldade, o desprezo da Europa se aprofundou quando a batalha final contra os cátaros teve lugar no seu reduto, o castelo Montségur , em 1244.
Em tempos posteriores, a Igreja ingenuamente confessou que o motivo de sua carnificina sem precedentes e devastação dos cátaros era, “Sua riqueza … e o desprezo dos Cátaros para com o clero católico, por causa da ignorância, escândalos e vida mundana deste.”
(Enciclopédia Católica, i, p. 268).
” A Inquisição “, disse o bispo de Bruno de Segni , um escritor católico do século 16 “, foi inventada para roubar os ricos de suas posses pois o Papa e seus sacerdotes foram intoxicados com a sensualidade;. desprezaram a Deus porque sua religião tinha sido afogada em um dilúvio de riqueza ” (A História dos Papas, McCabe, ibid.).
Ao mesmo tempo, temos a reclamação do legado papal Elmeric , que disse que os papas perseguiram os Cátaros porque não havia “outros hereges mais ricos”.
Em 1252, o Papa Inocêncio IV autorizou oficialmente a criação das terríveis câmaras de tortura da Inquisição. Ele também incluiu novamente a prisão perpétua ou morte na fogueira, sem o consentimento dos bispos. A absolvição do acusado era agora praticamente impossível. Assim, com uma licença concedida pelo próprio papa, inquisidores eram livres para explorar as profundezas do horror e crueldade. Vestidos como demônios com vestidos pretos e com capuzes pretos sobre suas cabeças, inquisidores poderiam extrair confissões a partir de praticamente qualquer um. A Inquisição inventou os mais terríveis instrumentos para infligir dor.
Muitos dos dispositivos estavam inscritos com o lema ” Glória somente a Deus “. Bernardus Guidonis , o inquisidor em Toulouse instruiu os leigos a nunca discutir com o incrédulo e aconselhou-os a “enfiou a espada na barriga dele a medida em que vai. ” George Ryley Scott descreve como os inquisidores se fartaram com a sua desumanidade, e desenvolveram um grau de insensibilidade raramente rivalizado nos anais da civilização, com as autoridades eclesiásticas condenando toda a fé fora de Cristo como demoníaca. Só o fato de ter uma acusação contra uma pessoa, e de ser convocado para a Inquisição era suficiente para terror abjeto no homem ou na mulher mais corajosa. Muitos poucos dos que entraram as portas de uma das salas de tormento escaparam vida, e eram, com raras exceções, mutilados, física ou mentalmente para sempre. Aqueles que foram jogados nas masmorras geralmente enlouqueciam no cativeiro, gritando em desespero para escapar de seus purgatórios. Outros voluntariamente cometiam suicídio durante o seu confinamento.
Os réus eram conhecidos por incriminarem-se tendo a chance desde que pudessem escapar dos horrores. Como Henry Charles Lea descreve, uma das condições de escapar das sanções era entregar (acusar) outros como hereges e apóstatas, e sob o terror geral, houve pouca hesitação em denunciar não só os amigos e conhecidos, mas os mais próximos e queridos parentes – pais, filhos, irmãos e irmãs – e isso acabou por prolongar indefinidamente as inquisições através de seus associados.
Segundo Voltaire, em: “Voltaire on the Wars against the Cathars of the Languedoc”, nos conta mais um pouco sobre toda a tragédia pelas quais passaram os inocentes Cátaros e seus defensores:
Simon de Montfort […] dominou grande parte do país, garantindo os castelos dos Senhores suspeitos, sitiando aqueles que não se colocaram sob seu controle, e atacando os hereges que se atreviam a se defender […] acendeu uma fogueira para essas pessoas infelizes, cento e quarenta e um deles se jogaram nas chamas cantando os salmos. […] nunca houve nada tão injusto como a guerra contra os albigenses. As pessoas não foram atacadas por rebelar-se contra o seu príncipe, mas o príncipe é que foi atacado e forçado a destruir seu próprio povo […] o entusiasmo para ganhar indulgências e riqueza multiplicou os cruzados. Os Bispos de Paris, de Liseux, de Bayeux, cercaram Lavaur. Oitenta cavaleiros foram presos, juntamente com o Senhor desta cidade, todos eles foram condenados à forca, mas a forca quebrou sob o peso e os cativos foram abandonados aos cruzados que os massacrou […] A irmã do Senhor dos Lavaur foi jogada em um poço, e em torno do poço, trezentos habitantes que não renunciaram a sua fé foram queimados [..] SÃO DOMINGOS ESTAVA À FRENTE DAS TROPAS, UM CRUCIFIXO DE FERRO NA MÃO, INCENTIVANDO OS CRUZADOS NA CARNIFICINA. ESTA NÃO ERA A POSIÇÃO DE UM SANTO […] Por dois anos, todo o prisioneiro foi mandado para a morte, mesmo após rendicão dos habitantes, tudo era reduzido a cinzas […] Finalmente, o Regent, Blanche, e o joven Raymond, cansados de massacres e exaustos por suas perdas, assinaram um tratado de paz em Paris […] O Conde de Toulouse teve que pagar dez mil marcos às igrejas do Languedoc […] dois mil para os monges imensamente ricos de Cister, quinhentos para os monges ainda mais ricos de Claraval, e mil e quinhentos para outras abadias, além de ser obrigado a sair por cinco anos para fazer a guerra contra os sarracenos e turcos, que seguramente nunca tinham travado guerra contra Raymond, ele abandonou ao rei todas as suas propriedades próximas ao Rhone, sem qualquer compensação, porque todas as suas propriedades lá pertencia ao Sacro Império Romano […] O jovem Raymond, para obter o perdão de seus pecados, cedeu ao papa em perpetuidade o condado de Venaissin além do condato de Rhone […] logo após essa extorsão, o imperador Frederico II transferiu o pequeno território de Avignon, que o papa tinha roubado, ao conde de Toulouse.Ele fez justiça, como soberano, e acima de tudo como um soberano indignado. Mas, seu filho, Philippe le Hardi, restaurou para os papas o condado de Venaissin […] Estas cruzadas contra o Languedoc duraram 20 anos. […] O desejo de se apropriar da propriedade dos outros acendeu neles uma luz […] e foi fundada a Inquisição (1204). Esta nova praga, desconhecida até então entre todas as religiões do mundo, recebeu a sua primeiro sob o reinado do Papa Inocêncio III, foi criada na França a partir do ano 1229 em Saint Louis. Um conselho em Toulouse neste ano começou, proibindo os leigos cristãos de ler a bíblia. Foi um insulto para a espécie humana: “Queremos que vocês acreditem, e não queremos que vocês leiam o livro em que se baseia esta crença”.
(1237), mas foi muito pior quando o rei teve a fraqueza de permitir em seu reino um Grande Inquisidor nomeado pelo papa de nome Robert […] Ele foi inquisidor em Paris, em Champaign, na Borgonha e em Flandres, levando o rei a acreditar que havia uma nova seita infectando suas províncias […] Usando esse pretexto, o monstro fez com que fossem queimados todos os suspeitos que não tinham dinheiro para resgatar a si próprios […] as suas iniqüidades e comportamento infame tornaram públicas, mas o que vai chocá-lo é que ele era um condenado à prisão perpétua, e o que vai chocá-lo mais é que o jesuíta Daniel não o mencioná-lo na seu relato da História da France […] Foi assim que a Inquisição começou na Europa […] o último grau de uma barbaridade absurda e brutal apoiada por informantes e executores da religião de um Deus que foi morto nas mãos dos algozes. Isso também foi uma maneira de tomar para si o tesouro dos povos e reis em nome desse mesmo Deus que nasceu na pobreza e que vivia na pobreza.
Para manter e perpetuar a hierarquia, a riqueza e o poder ABSOLUTO, a igreja romana vem mentindo, penalizando, torturando, matando todos aqueles que se colocam no seu caminho, desde que se decidiu que não haveria no mundo outras igrejas, doutrinas, ou religiões, que não fosse a religião católica apostólica romana e seus dogmas. E para que este poder permaneça para sempre, vale tudo, até mesmo adulterar toda a doutrina de Jesus cristo e jogar no inferno aqueles que tem olhos e vêem; ouvidos e escutam.
São Bernardo de Clairvaux, apesar da oposição aos cátaros, dizia:
“Se você questionar o herege sobre sua fé, nada é mais cristão …nada mais inocente, e o que eles dizem eles provam em suas ações … No que diz respeito a sua vida e conduta, eles não enganam ninguém, não passam por cima de ninguém, não usam de violência para com ninguém. Além disso, suas bochechas são pálidas devido ao jejum, eles não comem o pão da ociosidade;. eles trabalham com as mãos e, assim, fazem com que a vida das mulheres que estão deixando seus maridos, os homens que estão deixando de lado as suas esposas, migrem para os hereges! clérigos e padres, o jovem e o adulto, entre eles, quando não estão em suas congregações e igrejas, são encontrados frequentemente na companhia de tecelões de ambos os sexos “.
VERSÃO DA IGREJA CATÓLICA PARA O MASSACRE DOS CÁTAROS:
Segundo a Igreja Romana a Virgem Maria deu a São Domingos o Rosário e também incentivou a matança de mulheres, idosos, crianças e homens Cátaros.
Corria o ano da graça de 1214. Havia bastante tempo que o Languedoc, região meridional da França, vinha sendo assolado por uma infame e terrível heresia: a dos albigenses. […] Convocada uma Cruzada para estancar o mal […] apesar de tanto sangue derramado, a heresia continuava a devastar as almas. Nesse estado de tribulação extrema da Cristandade, São Domingos, movido por inspiração divina, entra numa grande e densa floresta próxima de Toulouse (capital do Languedoc). Ali passa três dias e três noites em contínua oração e penitência, não cessando de gemer, de chorar e de se flagelar, implorando a Deus que tivesse pena de sua própria glória calcada aos pés pela heresia albigense […] Em conseqüência de tamanho ardor e esforço, acaba por cair semi-morto. E eis que então, MARIA SANTÍSSIMA, RESPLANDECENTE DE GLÓRIA, LHE APARECE […] ACOMPANHADA DE TRÊS PRINCESAS DO CÉU, LHE DISSE: […] se queres ganhar para Deus esses corações endurecidos, reza meu Saltério’. O Santo levantou-se muito consolado e, abrasado de zelo pelo bem desses povos, entrou na catedral. No mesmo momento os sinos tocaram, pela intervenção dos Anjos, para reunir os habitantes. No início da pregação caiu uma espantosa tempestade. A terra tremeu, o sol se nublou, os trovões e relâmpagos redobrados fizeram estremecer e empalidecer todos os ouvintes. SEU TERROR AUMENTOU AO VEREM UMA IMAGEM DA SANTÍSSIMA VIRGEM, EXPOSTA NUM LUGAR EMINENTE, LEVANTAR TRÊS VEZES OS BRAÇOS PARA O CÉU, PARA PEDIR AO SENHOR VINGANÇA CONTRA ELES (OS CÁTAROS) SE NÃO SE CONVERTESSEM E NÃO RECORRESSEM À PROTEÇÃO DA SANTA MÃE DE DEUS. […] A DEVOÇÃO DO ROSÁRIO CONTINUA ESTREITAMENTE VINCULADA A SÃO DOMINGOS, sem dúvida o seu primeiro grande propagador […] todas as vezes que alguém reza, de modo conveniente, seu Rosário, deposita sobre a cabeça de Jesus e de Maria uma coroa formada de 153 rosas brancas e 16 rosas vermelhas do Paraíso, as quais nunca perderão sua beleza ou seu brilho […] O Irmão Afonso Rodrigues, da Companhia de Jesus, recitava seu Rosário com tanto fervor que se via, com freqüência, a cada Pai-Nosso, sair de sua boca uma rosa vermelha, e a cada Ave-Maria uma branca, igual em beleza e em bom odor.

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