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FINALMENTE: Mídia brasileira abre o jogo sobre as secas mundiais e a Geo-engenharia. COMPARTILHE!


O que estão pulverizando pelo mundo? 




Foi publicado hoje, dia 02 de Setembro de 2014, no Diário do Estado, uma matéria sobre a grande seca que tem abalado os quatro cantos do planeta nos últimos três anos. Nunca se viu nada igual. Alguns dos maiores lagos e rios do mundo estão simplesmente secando. Os prejuízos contabilizam bilhões em dinheiro e as perdas materiais são incalculáveis. Tal como consta no artigo, segundo a pesquisadora Simone Tilmes, o uso de tecnologias de manipulação climática para reduzir o aquecimento global poderiam acarretar sérias consequências para o Planeta, tais como secas devastadoras. 

O Diário do Estado (MS) é o primeiro jornal no Brasil a abordar a questão da seca mundial, relacionando-a a geo-engenharia. 

Em nome de toda a comunidade de pesquisadores da geo-engenharia no Brasil, agradecemos à equipe do Diário do Estado por seu trabalho pioneiro na divulgação de assuntos tão sérios, tal como a geo-engenharia e suas consequências no mundo de hoje. Foram necessários mais de três anos de luta para que finalmente a mídia brasileira começasse a dar credibilidade ao tema. É por essa confiança em nosso trabalho e pela importância que isso tem para a sociedade, que agradecemos a estes profissionais da mídia brasileira. Sem o esforço em conjunto nada disso seria possível.
Confira a baixo a matéria na íntegra:

Estaria a geo-engenharia relacionada de alguma forma com essa seca mundial?

         Segundo a pesquisadora Simone Tilmes, o uso de tecnologias de manipulação climática para reduzir o aquecimento global poderiam acarretar sérias consequências para o Planeta, tais como secas devastadoras. Calcula-se que o aquecimento global causado por um aumento maciço nos gases de efeito estufa estimularia um aumento médio de cerca de 7% nas precipitações em relação às condições pré-industriais, o patamar contra o qual o aquecimento global é calculado. Contudo, tentar resolver o problema do aquecimento através da geo-engenharia poderá inverter a situação, resultando em uma redução entre 5 e 7% nas chuvas na maioria das regiões do mundo, também em comparação com as condições pré-industriais.

            Globalmente, a média de precipitação poderia diminuir em cerca de 4,5%, chegando a 7% na América do Norte e no Sudeste Asiático. Segundo afirma Simone Tilmes - principal autora de um novo estudo sobre os impactos da geoengenharia - "A geoengenharia do planeta não resolve o problema. Mesmo que uma dessas técnicas possa manter as temperaturas globais aproximadamente equilibradas, as precipitações não voltariam às condições pré-industriais". Este estudo internacional foi coordenado por cientistas do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR) dos Estados Unidos, e chegou a conclusões parecidas com um trabalho feito por uma equipe europeia em 2012. Muitos cientistas têm defendido abordagens de geoengenharia para reduzir o aquecimento futuro, amparados na crescente preocupação com as mudanças climáticas. Este novo estudo, no entanto, demonstra que a engenharia do clima pode não ser a melhor solução para o problema.

            Algumas dessas técnicas almejam essencialmente fazer sombra na atmosfera injetando partículas de sulfato na mesma, ou colocando gigantescos espelhos em órbita da Terra com o objetivo de reduzir a incidência dos raios solares. Os autores advertem, porém, que o clima da Terra não iria retornar ao seu estado pré-industrial mesmo se o próprio aquecimento fosse atenuado com a engenharia climática.
            "É muito mais um tipo de 'engula seu próprio veneno'," disse John Fasullo, coautor do trabalho. "Se você não gosta do aquecimento, você pode reduzir a quantidade de luz solar que atinge a superfície [da Terra] e esfriar o clima. Mas, se você fizer isso, grandes reduções nas chuvas são inevitáveis. Não há nenhuma opção do tipo ganha-ganha aqui."

            Na verdade já são vários os indícios de que a geoengenharia está em curso nos dias atuais. Esta seca que está assolado diversas partes do mundo desde o final do ano passado vem somente para fortalecer algo que já está admitido, mas que não foi ainda divulgado na grande mídia. Mesmo assim fora do conhecimento comum, muitas autoridades, como o presidente do Equador, R. Correa, e o ex-chefe do FBI Ted Gunderson, já denunciaram publicamente a existência da geo-engenharia nos céus dos EUA, Canadá, Equador e Europa.

            As secas que estão afligindo o mundo desde o final no ano passado não são secas comuns oriundas de períodos de estiagem naturais. São secas avassaladoras e irreversíveis. Alguns dos sistemas hídricos afetados, como por exemplo, o lago Poyang, jamais retornarão ao seu estado normal. O lago Poyang, o maior de água doce na China, perdeu quase 90% de seu volume em consequência da seca que castiga a bacia do Yangtze, informou o jornal South China Morning Post. Grande parte do leito do lago transformou-se em uma planície de barro, o que coloca em uma crítica situação as pessoas que moram em volta e dependem do Poyang para sobreviver. A seca afeta uma bacia na qual vivem 400 milhões de pessoas, quase um terço da população chinesa, e a situação é especialmente dramática nas províncias do curso médio e baixo do rio (Anhui, Hunan, Jiangxi, Zhejiang e Jiangsu), onde as chuvas este ano foram entre 40% e 50% menores do que o normal.

            Nos EUA, uma das regiões mais afetadas com a seca foi o estado da Califórnia. Os níveis de água nos reservatórios continuam a cair. Oroville, por exemplo, é o maior reservatório do Projeto de Água do Estado e o segundo maior no estado depois do Lago Shasta. Uma de suas seções está quase seca. Os níveis de água em lagos e reservatórios estão atingindo mínimos históricos. Lago Oroville está atualmente em 32% do seu total de 3.537.577 Acres. Folson Lake (lago Folson), a nordeste de Sacramento-Califórnia, também perdeu 80% de sua capacidade de água em 2,5 anos. Imagens liberadas pela NASA mostram a barragem quase completa em 2011, com uma capacidade de 97% e hoje ela está em 17%.

            No Brasil a situação não é diferente, Alguns dos maiores sistemas hídricos do país encontram-se na mesma situação. Em Minas Gerais, os rios estão secando. O São Francisco, que cruza boa parte do estado, é um dos mais afetados. Bancos de areia estão cada vez maiores. A época é de estiagem, mas nunca se viu o Velho Chico tão seco. No município de São Francisco, norte do estado, o pescador trocou a rede por uma pá. A canoa, que antes ficava cheia de peixes, agora está repleta de areia.

            A seca também preocupa os agricultores de Jaíba. O município é um dos maiores polos produtores de frutas de Minas Gerais e nos seis primeiros meses deste ano, registrou apenas 137 milímetros de chuva. No mesmo período do ano passado, o total foi de 269. A irrigação das lavouras só não foi comprometida por causa de ações emergenciais.
           
            O estado de São Paulo tem passado também por uma grande crise, na verdade a pior dos últimos 70 anos. A falta de chuva, sobretudo na região sudeste do país, tem afetado o processo industrial em diversas etapas. A economia brasileira já demonstra reflexos ao clima seco que tem atingido a grande São Paulo, principal polo produtivo do país. Não é apenas a capital paulista que vive a maior crise no abastecimento de água da sua história. O rico interior do estado de São Paulo enfrenta a mesma crise. Não chove desde o final do ano passado. Economicamente, a situação mais crítica foi a paralisação da Hidrovia Tietê/Paraná, que nasce em Goiás e vai até a Hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu, no Paraná, com 2,2 mil quilômetros, dos quais 800 quilômetros no estado de São Paulo. O Rio Tietê baixou em até oito metros na região de Araçatuba, a 467 quilômetros de São Paulo, interrompendo (como já foi dito) há dois meses o tráfego de barcaças na Hidrovia Tietê/Paraná, uma das maiores do país, já que há lugares onde o rio está no nível zero. Com isso, não será possível escoar parte das seis milhões de toneladas de grão transportadas por ali anualmente. Com a hidrovia parada, o prejuízo é estimado em R$ 200 milhões, segundo o Departamento Hidroviário (DH). A disputa pela água atinge proporções alarmantes, pois as seis hidrelétricas na região dão prioridade ao uso da água para a produção de energia elétrica e, assim, evitar um apagão. A agricultura também sofre e as destilarias de açúcar e álcool, com quebra na safra em até 25%, já dispensaram mil trabalhadores.

            Se a geo-engenharia é realmente uma das responsáveis pelos recordes de secas em todo o mundo nos últimos anos, nós não sabemos. O que sabemos é que não podemos descartar essa possibilidade. Se existem estudos que demonstram que a engenharia climática pode agravar a seca no mundo, e se temos autoridades denunciando sua existência, o mínimo que podemos fazer é tomar essa possibilidade como plausível. (Por Oberon de Mello)




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